A arte de empreender

A Feira do Empreendedor 2021, realizada pelo Sebrae de 23 a 27 de outubro, teve intensa e variada programação. O evento online e gratuito permitiu aos inscritos participar de palestras, consultorias e feiras de negócios, com visita virtual. Foi um desafio destacar tudo o que foi dito de interessante nos cinco dias da feira. Mas, participando como mentora do Coletivo Pro Coletivo, separei alguns conteúdos que podem ajudar muito o empreendedor.

Com o tema “Como colocar minha empresa na internet”, o ator e empresário Felipe Tito contou como chegou à marca de 1 milhão de seguidores no Instagram. Começou há dez anos, com crescimento orgânico, falando de coisas verdadeiras, ou seja, de marcas nas quais confiava e cujos produtos usava. Mas sempre levando em conta o que o mercado queria, olhando para seus seguidores, sentindo a necessidade dos consumidores.

As marcas se interessaram por seu perfil. Teve orientação do seu assessor de comunicação, que acabou virando seu empresário e hoje é seu sócio. Começou a se profissionalizar, para entregar ao cliente uma pseudocampanha, contratando profissionais.

Vejam o que ele diz:

“Não é só a quantidade de seguidores que conta. Tem que começar a gerar conteúdo mesmo com poucos seguidores. Se são 15 ou 15 milhões, você já é influenciador.”

“Importante é não ter medo, não ter preguiça e não levar como brincadeira, mas como trabalho.”

“Tem que ter recorrência. Internet é como uma pessoa mimada. Se tiver recorrência, com planejamento, o algoritmo entende que você tem relevância.”

“Tente entender com quem está falando e que tipo de conteúdo sua plateia quer ouvir.”

“A pandemia tirou todas as dúvidas do que era possível no mercado digital. Ficaram provados os benefícios de empreender online.”

“Crise não é sinônimo de perda” foi o tema do economista Ricardo Amorim, consagrado influenciador e palestrante. Ele começou explicando as dificuldades de abrir um negócio no Brasil e os desafios de uma empresa para sobreviver, já que a metade dos empreendimentos abertos não passa do segundo ano. Qual é então o principal fator de sucesso de um empreendimento.A resposta é simples: timing. É preciso perceber o momento certo de abrir uma empresa ou inovar dentro dela.

Amorim deu como exemplo o caso da cadeia de lojas de brinquedos Ri Happy. Durante a pandemia, o movimento nas lojas caiu vertiginosamente. A solução foi alugar espaços nos supermercados, que continuavam com clientes presenciais, para vender os produtos. Foi um sucesso. Os próprios supermercados adotaram solução semelhante, montando quiosques com produtos básicos dentro de condomínios residenciais.

Depois do timing, os principais fatores de sucesso de um empreendimento são o tempo de execução, a ideia, o modelo de negócios e o financiamento para sua concretização. 

Enfim, segundo Amorim, o importante é buscar soluções que atendam às necessidades dos clientes, ter uma ideia inovadora, desenhar um bom modelo de negócios, ter recursos suficientes para bancar o empreendimento, montar uma boa equipe e fazer bem feito.

O que ele diz:

“Entenda o ciclo dos produtos e não entre no fim da festa. Se a ideia é óbvia para todos, já não é nova.”

“Cliente não quer mais ver – quer ser visto. Selfie é propaganda.”

“O que o cliente não espera é o que tem mais valor. Surpreenda.”

“Para empreender em ambiente de grandes transformações, mantenha-se informado; estabeleça metas, mas seja flexível; tenha um ecossistema de apoio; foco no cliente; vire a própria mesa, antes que alguém faça isso.”

Por fim, o painel com o tema “5 passos para montar a Jornada do Consumidor e Vender Mais” reuniu a empreendedora Elaine Pires, da Eficaz Comunicação, o especialista do Sebrae Alisson Gomes e o consultor de empresas Bruno Leitão Rocha. Eles falaram sobre construção da mentalidade digital e sobre prospecção e fidelização de clientes.

Vejam alguns pontos de destaque:

       Deve-se prospectar clientes não pensando apenas no curto prazo

       O importante é prestar serviço de qualidade

       O funil de vendas tem três etapas: atrair, relacionar e converter

       Trace metas de prospecção

       Tenha empatia com o cliente

 Marcia Glogowski

 

Para comunicar bem o seu negócio


O empreendedorismo cresce a um ritmo acelerado no Brasil, mesmo com os desafios da crise econômica provocada em grande parte pela pandemia do coronavírus. Ou talvez até por causa dessa crise, que reduziu oportunidades de emprego. Levantamento feito pelo Sebrae, com base em dados da Receita Federal, mostra que o primeiro semestre de 2021 bateu recorde em relação à abertura de empresas. Foram abertos 2,1 milhões de pequenos negócios, o que representa um número 35% maior do que o registrado no primeiro semestre de 2020.

Quando um empreendedor se lança em um projeto, ele precisa que os consumidores em potencial de seus produtos ou serviços saibam que ele está no mercado. Como fazer esse público conhecer seu produto ou serviço?

Fácil. É só utilizar a MarcAtiva, um método aplicável a marcas que começaram sua jornada ou que ainda vão começar. Por isso, é adequada para qualquer fase de maturidade de um negócio, começando por um momento de avaliação e diagnóstico ou em outro, de crescimento e expansão.

O ebook da MarcAtiva traz 8 passos que são o caminho para a comunicação do seu empreendimento. Traz também dicas e experiências de especialistas e empreendedores. Para acessar o ebook clique aqui

e segue cada um dos passos. Assim, você mesmo pode cuidar da comunicação de sua marca, desde o princípio de suas atividades. A qualquer momento, você pode contar com a mentoria do Coletivo Pro Comunica, criador da MarcAtiva.

O primeiro passo ajuda você a definir seu propósito. Afinal, um empreendimento sempre é pensado para trazer uma solução a uma dor do cliente. Qual solução você traz? A quem? Dado esse primeiro passo, a MarcAtiva o ajudará no segundo passo, que é o desenvolvimento de sua marca. Segue pelo posicionamento que sua empresa vai ter no mercado, pela definição de todos os públicos com quem sua marca vai se relacionar e pela estratégia de sua presença física e digital – ou figital. Os últimos três passos abordam a consolidação de seu negócio, sua expansão e a reputação que você quer construir.

Uma vez percorridos todos os passos, as mentoras do Coletivo Pro Comunica geram um relatório analítico com recomendações para um plano de ação em comunicação. Você vai ver que fica mais eficaz comunicar seu negócio, quando se pode incorporar novas tecnologias, trocar experiências e buscar novos conhecimentos. E é isso o que fazemos!

Para mostrar que confiamos no método MarcAtiva, nós o inscrevemos no Prêmio Jatobá, o mais prestigiado do setor, que reconhece as boas iniciativas na área de comunicação empresarial. Junte-se a nós na torcida para levarmos o prêmio!

 

 

 

 

A presença figital – conhecimento em comunicação a favor do seu negócio


Quem tem um negócio já cuida de sua presença física. Mas não existe setor da economia ou tamanho de negócio que possa afirmar “eu não tenho necessidade de investir no digital”, afirma Patricia Bernak, pesquisadora da economia criativa e fundadora da Ih Criei. Ainda mais com uma pandemia que afastou as pessoas dos pontos de consumo.

Passamos a chamar a integração entre o meio físico e digital de Figital, que nada mais é do que a união das presenças de uma marca e que potencializa a experiência dos seus clientes ou consumidores. Trata-se de uma nova abordagem, pela qual empresas, sobretudo as que atuam no varejo, se propõem a oferecer mais que produtos. Oferecem experiências memoráveis.

Isso vai ao encontro de outro conceito, o de omnishopper, que é uma maneira de se referir ao cliente omnichannel, destacado logo no início deste artigo. Sendo assim, quando uma marca se propõe a ser figital, ela amplia a superfície de alcance do negócio, pois transita entre ambientes distintos, porém conectados. A tendência é que o consumidor tenha cada vez menos a distinção entre marcas físicas e digitais, e passe a compreender a operação de forma fluida, isso se a comunicação da marca for assertiva e com esse objetivo.

Uma prova disso vem de uma pesquisa da Maplink: 73% das pessoas usam uma variedade de canais antes de comprar. Elas podem, por exemplo, fazer uma pesquisa no Google, em que obtêm o número do WhatsApp da empresa, pelo qual acessam seu catálogo de produtos e planejam a compra em uma loja física.

Ser figital implica adotar soluções que permitam não só atrair, como manter o cliente envolvido do início ao fim sempre que ele tomar uma decisão. Mais ainda, nesse processo, é essencial que sua marca consiga fornecer a ele subsídios e informações que o levem a decidir pela compra. E para acertar na comunicação da sua marca, criamos o método MarcAtiva, com oito passos que estabelecem o posicionamento de sua marca e a conversa que sustenta a decisão de compra do seu produto ou serviço.

Vamos iniciar essa jornada da sua marca? O Coletivo Pro Comunica coloca à sua disposição o serviço de mentoria, ou seja, uma orientação bem focada, feita por profissionais de larga experiência em comunicação. Muitas vezes quem empreende precisa de conhecimento especializado para dar conta de todas as demandas do negócio. E o nosso é a comunicação! É por meio dele que a MarcAtiva acontece.

Não se pode esperar bons resultados nas vendas quando a marca não está preparada para atender às expectativas de clientes tão ativos digital e fisicamente. Cuidar da presença figital de forma estratégica e integrada trará escalabilidade nas vendas e aumento no lucro.

Já ouviu falar sobre Realidade Figital?


A Euromonitor International, uma empresa que pesquisa mercados globais e fornece análises de inteligência estratégica sobre setores, empresas, economias e consumidores do mundo todo, define a Realidade Figital como um modelo híbrido formado pelos mundos físico e virtual, em que os consumidores podem viver, trabalhar, fazer compras e se divertir, fisicamente e online. Nada mais real do que acontece hoje.

A importância da presença digital para as marcas

Mais de 4 bilhões de pessoas usam internet todos os dias. No Brasil, 70% da população faz uso da internet para realizar as mais diferentes buscas. Só nas redes sociais, são 140 milhões de brasileiros interagindo todos os dias.

Esse universo de clientes pode ser atingido pela sua marca com uma boa estratégia de presença digital. Isso envolve a forma com que a sua empresa se comunica e se relaciona com os diversos públicos com os quais tem contato nos meios digitais, da internet às redes sociais.

Também podemos definir a presença online como a maneira pela qual  as pessoas veem uma marca. Isso porque não basta ter um site e várias páginas em redes sociais para ter uma boa presença na web. É necessário atrair, envolver e engajar o público da sua organização, despertando uma percepção positiva em relação à sua marca.

Uma vez que a sua empresa esteja aberta e operando, ela tem algum tipo de presença online, mesmo que não seja intencional. Isso significa que seu público falará sobre a sua marca, de forma positiva ou negativa, dependendo da experiência. Uma estratégia de comunicação voltada para a presença digital fará com que você, empreendedor, tenha influência sobre as manifestações de seus clientes.

Presença digital passiva é aquela que acontece sem que tenhamos influência sobre ela. Imagine que você cria um site institucional e deixa ali, quietinho, sem atualizações ou qualquer trabalho de publicidade online. As pessoas que entram em contato com a sua marca dessa forma fazem uma ideia própria sobre a sua empresa. Em outras palavras, você não influencia a opinião delas.

Presença digital ativa, por outro lado, é aquela que é trabalhada por uma equipe de comunicação. Ela tem objetivos concretos e faz uso de estratégias de marketing digital para atingir esses objetivos. A presença digital ativa tem muito mais chances de trazer resultados para a sua empresa, portanto, é mais valiosa.

Construir a presença digital de sua marca exige um trabalho prévio de planejamento. Por isso, nós desenvolvemos a MarcAtiva, um método prático em oito passos, acessível para o pequeno empreendedor e novos negócios. Com a MarcAtiva você planeja sua comunicação de forma ativa, mantém diálogo com seu público e realiza mais negócios!

Em 2020, desenvolvemos o e-book A melhor comunicação para novos negócios que está a sua disposição para download aqui. Aproveite todas as recomendações e tenha uma comunicação cada vez melhor para sua marca.

Um bom 1o de maio a todos

Hoje, Dia do Trabalho, o Coletivo Pro Comunica só poderia homenagear os trabalhadores. Homenageamos todos: os que trabalham para cuidar da casa e dos filhos, os que trabalham com carteira assinada, os que trabalham como PJ, os free lancers e os que empreendem. Todos esses aspectos do trabalhar já vinham se amalgamando nos novos modelos de produção e serviços.

Tudo mudou, de vez, quando a pandemia nos trancou em casa e fez de nosso recanto pessoal o nosso local de trabalho. De acordo com estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgado em fevereiro, havia em novembro mais de 7 milhões de pessoas em trabalho remoto no Brasil, o que representa 9,1% dos 80,2 milhões de ocupados e não afastados.

Tivemos de aprender a trabalhar com um olho na tela e outro no fogão, com atenção na tarefa e no pedido feito pelo cliente ou por um colega de trabalho. Como está meu chefe? Como está meu funcionário? Como está meu colega? Só podemos saber isso pela forma como se comunicam conosco e pela fisionomia captada na câmera – o que é pouco. Muito pouco.

Empatia ganhou um significado maior nestes tempos. Como podemos trabalhar em equipe remotamente? Há mais de um ano, abrimos nosso leque de tolerância para interferências em reuniões. Ganharam as redes sociais casos como o da filhinha que invade o call do executivo ou do jurista que se levanta e esquece que só se vestira adequadamente da cintura para cima. Essas novas experiências geraram aprendizado e aos poucos foram se tornando nosso ponto de contato com os outros, um sopro de relacionamento e humanização nas relações.

Agora, estamos mais experientes na vida online e percebemos que ela traz muitas vantagens. A maior, achamos, é não precisar morar no mesmo país ou cidade em que mora seu chefe, seu patrão, seu empregado. Empresas estão contratando profissionais não importa de que lugar, já que a conexão é remota.

Essas mudanças trazem grandes oportunidades a quem empreende. O contato com o mundo ficou mais fácil, mas ágil e mais aceito. Se, por outro lado, a falta de convivência traz desvantagens, por outro nos desafia a desenvolver novas habilidades.

Levantamento da Associação Brasileira de Franchising (ABF) mostra que 557 redes brasileiras operam com modelos de franquias de baixo custo, com unidades home office. Modelos como esse, de microfranquias, devem crescer: 36% das redes disseram ter interesse em desenvolver operações nesse formato.

A Fundação Dom Cabral tem acompanhado de perto o impacto do home office. E recomenda que a relação entre as equipes deve ser baseada na confiança e em processos para avaliar o progresso do trabalho e engajar para o cumprimento de metas, e não passar às pessoas a sensação de estarem sendo vigiadas.

Antes da pandemia, o modelo era coworking. Agora, o home office. E, no pós pandemia, certamente haverá um modelo híbrido. O fato é que entramos na era do trabalho em qualquer lugar. Não importa. Desde que possamos atingir nossos objetivos e ajudar a melhorar o mundo. 

Um bom Dia do Trabalho a todos!

O poder transformador do empreendedorismo como pauta para a imprensa

Para celebrar o Dia do Jornalista, o Coletivo Pro Comunica conversou com dois jornalistas que também são empreendedores em suas carreiras: Bruno Pinheiro, CEO da PiAR Comunicação, e Mariella Lazaretti, da Prazeres da Mesa (https://www.prazeresdamesa.com.br/) e da plataforma Mundo Mesa, que apoia e estimula o empreendedorismo. Ao compartilhar suas experiências, eles trazem visões diferentes e complementares sobre este assunto que tanto interessa a todos nós. Confira!

Bruno, que atende a Associação Brasileira de Startups  - ABStartups (https://abstartups.com.br/), entende que o Brasil vive um fenômeno curioso na última década, marcado especialmente pelas gerações Y e Z, que descobriram no empreendedorismo uma forma de aplicar um conceito de vida. Mas, além deles, é importante dizer que o Brasil foi formado por uma gigantesca massa de pessoas que sempre empreenderam.

 

Empreender não é só criar uma startup, mas também é

ser dono de uma barraca de coco na praia.

 

Já Mariella nos deu outros dois bons motivos para entendermos a força do empreendedorismo como notícia. Primeiro, porque a imprensa busca notícias e novidades. O empreendedor é o mensageiro dessas novidades. Ele as traz com sua fé e sua crença de que pode melhorar a sociedade com o que tem a oferecer. Um bar novo que abre ou um serviço que é criado para facilitar a vida dos consumidores são sempre sopros de otimismo, de prosperidade que reverberam no entorno. Segundo, porque no Mundo Mesa, como empresários e eternos empreendedores, sabemos como este segmento do pequeno e micro negócio detém uma força transformadora impressionante. Não só econômica, mas principalmente social. 

 

O Mundo Mesa é uma ampla plataforma de gastronomia que proporciona 

experiências memoráveis e transformadoras, inspirando a criatividade e o

bem-estar por meio de conteúdo consciente e engajado.


Portanto, é fato que o ecossistema empreendedor ganhou espaço relevante na imprensa, até porque, como nossos entrevistados, temos um número grande de jornalistas que empreendem. Mas, muitas vezes ainda não se observa uma atitude solidária da imprensa, particularmente do jornalista que nunca vivenciou as agruras de se empreender no Brasil. Desta forma, Mariella gostaria de ver mais artigos tratando das dificuldades que leis ultrapassadas mantêm e que inviabilizam negócios. Ou seja, poderia ser um grande papel da imprensa oferecer mais informação para as pessoas que empreendem ou que desejam empreender. E assim atuar de forma positiva para o desenvolvimento da economia do País.

 

Do lado do empreendedor, continua sendo um diferencial apostar em um propósito único, que ajude no posicionamento do negócio e chame atenção da mídia tradicional. Bruno acredita que não existe fórmula mágica. Cada negócio tem o seu diferencial e o impacto que ele causa em uma parcela da sociedade.

 

Ser notícia depende de uma série de fatores, mas o primeiro é estar disposto

a compartilhar sua história com outros, inclusive concorrentes.

 

Aí é uma luta, desabafa Mariella, porque cada empreendedor acredita que está criando e fazendo coisas super importantes, mas a imprensa muitas vezes é blasé e vê aquele negócio como "manjado". Por isso, ela recomenda buscar temas relevantes para o momento. Renovar a comunicação e buscar entender o que cada veículo quer apresentar aos seus leitores. Nem sempre é o que o empreendedor quer falar naquele momento, mas pode ajudar sim a fortalecer sua marca e trazer novos olhares para seu negócio.

 

Redes sociais são muito importantes.

Usá-las de forma inteligente e correta, mais importante ainda.

 

Rede social e imprensa se confundem nos dias de hoje. O que surge na mídia vai para a rede social reverberar e o que reverbera na rede social vira notícia na imprensa. O gráfico de informação hoje em dia é uma mistura inseparável das plataformas, mas é importante que o jornalista de redação tenha a rede social como mais uma fonte de informação e não a única, orienta Bruno.


Estar nos lugares certos e apresentar-se de maneira objetiva são duas coisas muito importantes para o jornalista que busca temas para reportagens e personagens para dar vida às matérias. Mariella acredita no trabalho das assessorias de comunicação, aquelas bem integradas em seu setor, bem relacionadas e que conhecem as necessidades de cada veículo, para colaborar na eterna busca da imprensa por notícias e personagens.  

Conecte-se com eles:

Bruno Pinheiro

www.linkedin.com/in/brpin

www.instagram.com/brunolpinheiro

Mariella Lazaretti 

www.instagram.com/mariellalazaretti

www.instagram.com/prazeresdamesa

#empreendedorismo #startups #comunicação 


 

Empreender em Comunicação: os desafios do mercado


Nossa mentora, Claudia Cezaro Zanuso foi uma das debatedoras no webinar de 25 de março promovido pela Knewin (https://www.knewin.com/), convidada pela sua experiência como empresária na área de comunicação. “O que antes era ‘carreira solo’, hoje se chama empreender”, disse ela, que começou sua trajetória há 30 anos. Foi por uma oportunidade, revestida de ousadia e vontade de ter seu próprio negócio, que decidiu trabalhar por conta própria, após cinco anos de formada.

  




O mundo do empreender exige que se faça uma série de análises criteriosas de mercado de atuação, concorrência e público-alvo, entre outros aspectos. No segmento de comunicação, isso não é diferente. E, com a pandemia, algumas pessoas buscam alternativas para gerar renda e as oportunidades são inúmeras na prestação de serviços em comunicação – do off ao online.

  


 

Mesmo em um ano desfavorável para a economia, sem falar na saúde, observamos novidades e surgimento de serviços adequados às necessidades de uma comunicação mais próxima, afetiva e pessoal. As redações jornalísticas, as empresas e as redes sociais competindo por atenção das audiências tornam o mercado cada vez mais dinâmico, valorizando estruturas próprias como micro agências, agências boutique ou de nicho – com foco bem específico – ou eugências, como alternativas para se empreender.

  


 

Nossa recomendação para os empreendedores e empreendedoras é que pensem no Propósito de seus negócios. Não à toa, esse é o 1º passo da plataforma Marcativa, desenvolvida pelo Coletivo Pro Comunica, sobre a qual você encontra informações completas aqui neste blog.

Em seguida, é hora de criar a marca, pensar no posicionamento, definir perfil de clientes e outros públicos de interesse, marcar presença física e digital, para depois se consolidar e expandir o negócio. Porque a gente sempre pensa positivo e deseja que dê certo!

 


Agora, se começar e perceber que os resultados não estão aparecendo, mude a rota, revise seu plano. Com a nova economia e as startups, aprendemos que errar faz parte do risco. O fundamental é agir rápido, ter consciência de seu negócio. Para isso, gestão é tudo!

Só em 2020, o Brasil teve um saldo positivo de mais de 2 milhões de novas empresas abertas, conforme dados divulgados pelo Ministério da Economia.

  


Quando falamos em empreender em comunicação, é comum encarar diversos obstáculos para desenvolver e evoluir nos objetivos do negócio, que envolvem aspectos financeiros, profissionais e, em alguns casos, pessoais. Bruno Pinheiro, da ABStartups e à frente da agência que fundou, a PiAR Comunicação, que também participou do webinar, recomenda os seguintes livros para se preparar para empreender. Sempre há muito trabalho por trás do serviço oferecido, muito aprendizado e, principalmente, um olhar voltado à inovação para se destacar no mercado.

O link da gravação do webinar para que vocês possam assistir na íntegra é: https://youtu.be/P7GYKiZfymU

Serviço:

A Knewin, que completa dez anos de atuação em 2021, reúne especialistas para falar como é a visão empreendedora no universo da comunicação, quais são os ganhos da atuação como empreendedor, os principais desafios na criação de novos negócios ou do trabalho autônomo; como usar a tecnologia para otimizar processos e fortalecer os resultados da gestão de marcas e como empreender em comunicação e viabilizar parcerias vantajosas para a carteira de clientes e para o networking. Fundada em Florianópolis em 2011, tem como missão democratizar o acesso à informação a partir de tecnologia de ponta. É a maior empresa em faturamento de PRTech da América Latina é responsável por desenvolver soluções de monitoramento de notícias e de redes sociais para cerca de mil clientes de vários segmentos, incluindo comunicação e marketing, em quatro países.

A arte de empreender

A Feira do Empreendedor 2021, realizada pelo Sebrae de 23 a 27 de outubro, teve intensa e variada programação. O evento online e gratuito pe...